Olá Meninas,
Segue abaixo as datas de término de cada turma de Secretariado.
3ª-feira: 07/12/2010
5ª-feira: 02/12/2010
sábado: 04/12/2010
Observação; Gostaria de ressaltar que no ultima aula será passado o video Review sobre o conteúdo aplicado durante o curso.
Gostaria de saber se no ultimo dia de aula vocês gostariam de realizar uma comemoração?
Aguardo retorno de todas.
Att
Del Leon Silva
"Exposição do conteúdo do curso de Secretariado Executivo promovido pela Escola Técnica José Rodrigues da Silva"
segunda-feira, 22 de novembro de 2010
sexta-feira, 12 de novembro de 2010
Motivação no trabalho - Pirâmide de Maslow
Vimos sobre os conceitos de Motivação e um deles é muito usado, conhecido como Pirâmide das Necessidades de Maslow. Figura abaixo:

• NECESSIDADES FISIOLÓGICAS (BÁSICAS), tais como a fome, a sede, o sono, o sexo, a excreção, o abrigo;
• NECESSIDADES DE SEGURANÇA, que vão da simples necessidade de sentir-se seguro dentro de uma casa a formas mais elaboradas de segurança como um emprego estável, um plano de saúde ou um seguro de vida;
• NECESSIDADES SOCIAIS OU DE AMOR, afeto, afeição e sentimentos tais como os de pertencer a um grupo ou fazer parte de um clube;
• NECESSIDADES DE ESTIMA/STATUS, que passam por duas vertentes, o reconhecimento das nossas capacidades pessoais e o reconhecimento dos outros face à nossa capacidade de adequação às funções que desempenhamos;
• NECESSIDADES DE AUTO-REALIZAÇÃO, em que o indivíduo procura tornar-se aquilo que ele pode ser: "What humans can be, they must be: they must be true to their own nature!" (Tradução: "O que os humanos podem ser, eles devem ser: Eles devem ser verdadeiros com a sua própria natureza).
Lembre-se que passei um trabalho a respeito.
Falamos um pouco sobre a história teórico prática na Psicologia do trabalho, na administração chamamos esse período de "o surgimento da Escola Humanista" da Administração que foi de encontro com os valores da Escola Clássica da Administração. A Experiência de Hawthorne, foi a pesquisa de campo, que ratificou que os fatores psicológicos tem influência na produtividade das pessoas.
Segue abaixo algumas informações extraídas do Wikipédia sobre as fases deste experimento:
1ª Fase - Os Estudos da Iluminação
Para analisar o efeito da iluminação sobre o rendimento dos operários, foram escolhidos dois grupos que faziam o mesmo trabalho e em condições idênticas: um grupo de observação trabalhava sobre intensidade de luz variável, enquanto o grupo de controle tinha intensidade constante. Os operários se julgavam na obrigação de produzir mais quando a intensidade de iluminação aumentava e, o contrário, quando diminuía. Comprovou-se a preponderância do fator psicológico sobre o fator fisiológico: a eficiência dos operários é afetada por condições psicológicas. Reconhecendo o fator psicológico apenas quanto a sua influência negativa, os pesquisadores pretenderam elimina-lo da experiência, por considera-lo inoportuno. A conclusão (que ficou conhecida como experiência de Hawthorne) é que a produtividade sobe quando há a percepção dos trabalhadores que a direção da empresa dá atenção a eles.
2ª Fase - Sala de montagem de relés
Começou em 1927. Foi criado um grupo de observação: cinco moças montavam os relés, enquanto uma sexta fornecia as peças para abastecer o trabalho. A sala de provas era separada do departamento (onde estava o grupo de controle) por uma divisão de madeira. O equipamento de trabalho era idêntico ao utilizado no departamento, apenas incluindo um plano inclinado com um contador de peças que marcava a produção em uma fita perfurada. A produção foi o índice de comparação entre o grupo experimental (sujeito a mudanças nas condições de trabalho) e o grupo controle (trabalho em condições constantes). O grupo experimental tinha um supervisor, como no grupo de controle, além de um observador que permanecia na sala. Elas foram convidadas para participar na pesquisa e esclarecidas quanto aos seus objetivos: determinar o efeito de certas mudanças nas condições de trabalho (período de descanso, lanches, redução no horário de trabalho etc.). Eram informadas dos resultados e as modificações eram antes submetidas a sua aprovação. A pesquisa foi dividida em 12 períodos.[2].
• 1° período: Durou duas semanas. Foi estabelecida a capacidade produtiva em condições normais de trabalho (2.400 unidades semanais por moça) que passou a ser comparada com os demais períodos.
• 2° período: Durou cinco semanas. O grupo experimental foi isolado na sala de provas, mantendo-se as condições e o horário de trabalho normais e medindo-se o ritmo de produção. Serviu para verificar o efeito da mudança de local de trabalho.
• 3° período: Modificou-se o sistema de pagamento. No grupo de controle havia o pagamento por tarefas em grupo. Os grupos eram numerosos (mais de cem moças), as variações de produção de cada moça eram diluídas na produção e não refletiam no salário individual. Separou-se o pagamento do grupo experimental e, como ele era pequeno, os esforços individuais repercutiam diretamente no salário. Esse período durou oito semanas. Verificou-se aumento de produção.
• 4° período: Início da introdução de mudanças no trabalho: um intervalo de cinco minutos de descanso no período da manhã e outro igual no período da tarde. Verificou-se novo aumento na produção.
• 5° período: Os intervalos de descanso foram aumentados para dez minutos cada, verificando-se novo aumento de produção.
• 6° período: Introduziu-se três intervalos de cinco minutos na manhã e três à tarde. A produção não aumentou e houve quebra no ritmo de trabalho.
• 7° período: Voltou-se a dois intervalos de dez minutos, em cada período, servindo-se um lanche leve. A produção aumentou novamente.
• 8° período: O grupo experimental passou a trabalhar até às 16h30min e não até às 17 horas, como o grupo de controle. Houve acentuado aumento na produção.
• 9° período: O grupo passou a trabalhar até às 16 horas. A produção permaneceu estacionária.
• 10° período: O grupo experimental voltou a trabalhar até às 17 horas. A produção aumentou bastante.
• 11° período: Estabeleceu-se a semana de cinco dias, com sábado livre. A produção diária do grupo experimental continuou a subir.
• 12° período: Voltou-se às mesmas condições do 3° período, tirando-se todos os benefícios dados, com a aceitação das moças. Esse período durou 12 semanas. Inesperadamente a produção atingiu um índice jamais alcançado anteriormente (3.000 unidades semanais por moça).
Conclusão dessa fase
• As moças gostavam de trabalhar na sala de provas porque era divertido e a supervisão branda (ao contrário da supervisão de controle rígido na sala de montagem) permitia trabalhar com liberdade e menor ansiedade;
• Havia um ambiente amistoso e sem pressões, na qual a conversa era permitida, o que aumentava a satisfação no trabalho;
• Não havia temor ao supervisor, pois este funcionava como orientador;
• Houve um desenvolvimento social do grupo experimental. As moças faziam amizades entre si e tornaram-se uma equipe;
• O grupo desenvolveu objetivos comuns, como o de aumentar o ritmo de produção, embora fosse solicitado trabalhar normalmente.
3ª Fase - O programa de entrevistas
Os pesquisadores, fixados no estudo das relações humanas no trabalho, verificaram que, no grupo de controle, as moças consideravam humilhante a supervisão vigilante e constrangedora. Assim, em 1928 iniciou-se o Programa de Entrevistas (Interviewing Program) com os empregados para conhecer suas atitudes e sentimentos, ouvir suas opiniões quanto ao trabalho e tratamento que recebiam, bem como ouvir sugestões a respeito do treinamento dos supervisores. O programa obteve sucesso. Foi, então, criada a Divisão de Pesquisas Industriais para ampliar o Programa de Entrevistas. Entre 1928 e 1930 foram entrevistados cerca de 21.126 empregados. Em 1931 adotou-se a técnica da entrevista não diretiva, onde o operário pode falar livremente, sem que o entrevistador desvie o assunto ou tente impor um roteiro prévio. O Programa de Entrevista revelou a existência da Organização Informal dos Operários a fim de se protegerem das ameaças da Administração. Nela, os operários se mantêm unidos através de laços de lealdade.
4ª Fase - Sala de montagem de terminais
Para analisar a relação entre a Organização Informal dos Operários e a Organização Formal da Fábrica, foi escolhido um grupo experimental para trabalhar em uma sala especial com condições de trabalho idênticas às do departamento. Um observador ficava dentro da sala e um entrevistador fora entrevistando o grupo. O sistema de pagamento era baseado na produção do grupo. O salário só poderia ser maior se a produção total aumentasse. O observador pôde notar que os operários dentro da sala usavam uma porção de artimanhas – logo que os operários montavam o que julgavam ser a sua produção normal, reduziam seu ritmo de trabalho. Os operários passaram a apresentar certa uniformidade de sentimentos e solidariedade grupal. O grupo desenvolveu métodos para assegurar suas atitudes, considerando delator o membro que prejudicasse algum companheiro e pressionando os mais rápidos para estabilizarem sua produção por meio de punições simbólicas.
Conclusões da Experiência de Hawthorne
Nível de Produção Resultante da Integração Social
O nível de produção não é determinado pela capacidade física ou fisiológica do empregado (como afirmava a Teoria Clássica), mas por normas sociais e expectativas grupais. É a capacidade social do trabalhador que determina o seu nível de competência e eficiência e não sua capacidade de executar movimentos eficientes dentro do tempo estabelecido. Quanto maior a integração social do grupo, maior a disposição para trabalhar[4].
Comportamento Social dos Empregados
Os trabalhadores não agem ou reagem isoladamente como indivíduos, mas como membros de grupos. Portanto, a administração não pode tratar os empregados um a um, mas sim como membros de grupos e sujeitos às influências sociais desses grupos. A Teoria das Relações Humanas contrapõe o comportamento social do empregado ao comportamento do tipo máquina, proposto pela Teoria Clássica.
Recompensas e Sanções Sociais
Os precursores da Administração Científica, baseados no conceito de homo economicus, pelo qual o homem é motivado e incentivado por estímulos salariais, elaboravam planos de incentivo salarial, para elevar a eficiência e baixar os custos operacionais. Para a Teoria das Relações Humanas, a motivação econômica é secundária na determinação do rendimento do trabalhador. Para ela, as pessoas são motivadas pela necessidade de reconhecimento, de aprovação social e participação nas atividades dos grupos sociais nos quais convivem. Daí o conceito de homem social.[5]
Grupos Informais
Enquanto os clássicos se preocupavam com aspectos formais da organização como autoridade, responsabilidade, especialização, estudos de tempos e movimentos, princípios gerais de Administração, departamentalização etc., os autores humanistas se concentravam nos aspectos informais da organização como grupos informais, comportamento social dos empregados, crenças, atitude e expectativa, motivação etc. A empresa passou a ser visualizada como uma organização social composta de grupos sociais informais. Esses definem suas regras de comportamento, formas de recompensas ou sanções sociais, objetivos, escala de valores sociais, crenças e expectativas que cada participante vai assimilando e integrando em suas atitudes e comportamento.
Relações Humanas
As relações humanas são as ações e atitudes desenvolvidas a partir dos contatos entre pessoas e grupos. Cada pessoa possui uma personalidade própria e diferenciada que influi no comportamento e atitudes das outras com quem mantém contato. A compreensão das relações humanas permite ao administrador melhores resultados de seus subordinados e a criação de uma atmosfera na qual cada pessoa é encorajada a exprimir-se de forma livre e sadia.
Importância do Conteúdo do Cargo
A especialização não é a maneira mais eficiente de divisão de trabalho.Trabalhos simples e repetitivos tornam-se monótonos e maçantes afetando negativamente a atitude do trabalhador e reduzindo a sua satisfação e eficiência.
Ênfase nos Aspectos Emocionais
Os elementos emocionais não planejados e irracionais do comportamento humano merecem atenção especial da Teoria das Relações Humanas. Daí a denominação de sociólogos da organização aos autores humanistas.
Críticas ao Experimento
Recentemente a Experiência de Hawthorne tem sido revista e criticada no seu aspecto metodológico. Em 1998 um artigo[6]do New York Times apontou que somente cinco funcionárias participaram da experiência e duas foram substituídas. Além disto, dois economistas da Universidade de Chicago, Steven Levitt e John List, refizeram uma análise usando econometria [7] e não encontraram ligação entre a produtividade e a luminosidade
Agora você podem acessar o link abaixo fala sobre as MELHORES EMPRESAS PARA SE TRABALHAR publicado pela Editora Abril Revista Exame e Você SA.

• NECESSIDADES FISIOLÓGICAS (BÁSICAS), tais como a fome, a sede, o sono, o sexo, a excreção, o abrigo;
• NECESSIDADES DE SEGURANÇA, que vão da simples necessidade de sentir-se seguro dentro de uma casa a formas mais elaboradas de segurança como um emprego estável, um plano de saúde ou um seguro de vida;
• NECESSIDADES SOCIAIS OU DE AMOR, afeto, afeição e sentimentos tais como os de pertencer a um grupo ou fazer parte de um clube;
• NECESSIDADES DE ESTIMA/STATUS, que passam por duas vertentes, o reconhecimento das nossas capacidades pessoais e o reconhecimento dos outros face à nossa capacidade de adequação às funções que desempenhamos;
• NECESSIDADES DE AUTO-REALIZAÇÃO, em que o indivíduo procura tornar-se aquilo que ele pode ser: "What humans can be, they must be: they must be true to their own nature!" (Tradução: "O que os humanos podem ser, eles devem ser: Eles devem ser verdadeiros com a sua própria natureza).
Lembre-se que passei um trabalho a respeito.
Falamos um pouco sobre a história teórico prática na Psicologia do trabalho, na administração chamamos esse período de "o surgimento da Escola Humanista" da Administração que foi de encontro com os valores da Escola Clássica da Administração. A Experiência de Hawthorne, foi a pesquisa de campo, que ratificou que os fatores psicológicos tem influência na produtividade das pessoas.
Segue abaixo algumas informações extraídas do Wikipédia sobre as fases deste experimento:
1ª Fase - Os Estudos da Iluminação
Para analisar o efeito da iluminação sobre o rendimento dos operários, foram escolhidos dois grupos que faziam o mesmo trabalho e em condições idênticas: um grupo de observação trabalhava sobre intensidade de luz variável, enquanto o grupo de controle tinha intensidade constante. Os operários se julgavam na obrigação de produzir mais quando a intensidade de iluminação aumentava e, o contrário, quando diminuía. Comprovou-se a preponderância do fator psicológico sobre o fator fisiológico: a eficiência dos operários é afetada por condições psicológicas. Reconhecendo o fator psicológico apenas quanto a sua influência negativa, os pesquisadores pretenderam elimina-lo da experiência, por considera-lo inoportuno. A conclusão (que ficou conhecida como experiência de Hawthorne) é que a produtividade sobe quando há a percepção dos trabalhadores que a direção da empresa dá atenção a eles.
2ª Fase - Sala de montagem de relés
Começou em 1927. Foi criado um grupo de observação: cinco moças montavam os relés, enquanto uma sexta fornecia as peças para abastecer o trabalho. A sala de provas era separada do departamento (onde estava o grupo de controle) por uma divisão de madeira. O equipamento de trabalho era idêntico ao utilizado no departamento, apenas incluindo um plano inclinado com um contador de peças que marcava a produção em uma fita perfurada. A produção foi o índice de comparação entre o grupo experimental (sujeito a mudanças nas condições de trabalho) e o grupo controle (trabalho em condições constantes). O grupo experimental tinha um supervisor, como no grupo de controle, além de um observador que permanecia na sala. Elas foram convidadas para participar na pesquisa e esclarecidas quanto aos seus objetivos: determinar o efeito de certas mudanças nas condições de trabalho (período de descanso, lanches, redução no horário de trabalho etc.). Eram informadas dos resultados e as modificações eram antes submetidas a sua aprovação. A pesquisa foi dividida em 12 períodos.[2].
• 1° período: Durou duas semanas. Foi estabelecida a capacidade produtiva em condições normais de trabalho (2.400 unidades semanais por moça) que passou a ser comparada com os demais períodos.
• 2° período: Durou cinco semanas. O grupo experimental foi isolado na sala de provas, mantendo-se as condições e o horário de trabalho normais e medindo-se o ritmo de produção. Serviu para verificar o efeito da mudança de local de trabalho.
• 3° período: Modificou-se o sistema de pagamento. No grupo de controle havia o pagamento por tarefas em grupo. Os grupos eram numerosos (mais de cem moças), as variações de produção de cada moça eram diluídas na produção e não refletiam no salário individual. Separou-se o pagamento do grupo experimental e, como ele era pequeno, os esforços individuais repercutiam diretamente no salário. Esse período durou oito semanas. Verificou-se aumento de produção.
• 4° período: Início da introdução de mudanças no trabalho: um intervalo de cinco minutos de descanso no período da manhã e outro igual no período da tarde. Verificou-se novo aumento na produção.
• 5° período: Os intervalos de descanso foram aumentados para dez minutos cada, verificando-se novo aumento de produção.
• 6° período: Introduziu-se três intervalos de cinco minutos na manhã e três à tarde. A produção não aumentou e houve quebra no ritmo de trabalho.
• 7° período: Voltou-se a dois intervalos de dez minutos, em cada período, servindo-se um lanche leve. A produção aumentou novamente.
• 8° período: O grupo experimental passou a trabalhar até às 16h30min e não até às 17 horas, como o grupo de controle. Houve acentuado aumento na produção.
• 9° período: O grupo passou a trabalhar até às 16 horas. A produção permaneceu estacionária.
• 10° período: O grupo experimental voltou a trabalhar até às 17 horas. A produção aumentou bastante.
• 11° período: Estabeleceu-se a semana de cinco dias, com sábado livre. A produção diária do grupo experimental continuou a subir.
• 12° período: Voltou-se às mesmas condições do 3° período, tirando-se todos os benefícios dados, com a aceitação das moças. Esse período durou 12 semanas. Inesperadamente a produção atingiu um índice jamais alcançado anteriormente (3.000 unidades semanais por moça).
Conclusão dessa fase
• As moças gostavam de trabalhar na sala de provas porque era divertido e a supervisão branda (ao contrário da supervisão de controle rígido na sala de montagem) permitia trabalhar com liberdade e menor ansiedade;
• Havia um ambiente amistoso e sem pressões, na qual a conversa era permitida, o que aumentava a satisfação no trabalho;
• Não havia temor ao supervisor, pois este funcionava como orientador;
• Houve um desenvolvimento social do grupo experimental. As moças faziam amizades entre si e tornaram-se uma equipe;
• O grupo desenvolveu objetivos comuns, como o de aumentar o ritmo de produção, embora fosse solicitado trabalhar normalmente.
3ª Fase - O programa de entrevistas
Os pesquisadores, fixados no estudo das relações humanas no trabalho, verificaram que, no grupo de controle, as moças consideravam humilhante a supervisão vigilante e constrangedora. Assim, em 1928 iniciou-se o Programa de Entrevistas (Interviewing Program) com os empregados para conhecer suas atitudes e sentimentos, ouvir suas opiniões quanto ao trabalho e tratamento que recebiam, bem como ouvir sugestões a respeito do treinamento dos supervisores. O programa obteve sucesso. Foi, então, criada a Divisão de Pesquisas Industriais para ampliar o Programa de Entrevistas. Entre 1928 e 1930 foram entrevistados cerca de 21.126 empregados. Em 1931 adotou-se a técnica da entrevista não diretiva, onde o operário pode falar livremente, sem que o entrevistador desvie o assunto ou tente impor um roteiro prévio. O Programa de Entrevista revelou a existência da Organização Informal dos Operários a fim de se protegerem das ameaças da Administração. Nela, os operários se mantêm unidos através de laços de lealdade.
4ª Fase - Sala de montagem de terminais
Para analisar a relação entre a Organização Informal dos Operários e a Organização Formal da Fábrica, foi escolhido um grupo experimental para trabalhar em uma sala especial com condições de trabalho idênticas às do departamento. Um observador ficava dentro da sala e um entrevistador fora entrevistando o grupo. O sistema de pagamento era baseado na produção do grupo. O salário só poderia ser maior se a produção total aumentasse. O observador pôde notar que os operários dentro da sala usavam uma porção de artimanhas – logo que os operários montavam o que julgavam ser a sua produção normal, reduziam seu ritmo de trabalho. Os operários passaram a apresentar certa uniformidade de sentimentos e solidariedade grupal. O grupo desenvolveu métodos para assegurar suas atitudes, considerando delator o membro que prejudicasse algum companheiro e pressionando os mais rápidos para estabilizarem sua produção por meio de punições simbólicas.
Conclusões da Experiência de Hawthorne
Nível de Produção Resultante da Integração Social
O nível de produção não é determinado pela capacidade física ou fisiológica do empregado (como afirmava a Teoria Clássica), mas por normas sociais e expectativas grupais. É a capacidade social do trabalhador que determina o seu nível de competência e eficiência e não sua capacidade de executar movimentos eficientes dentro do tempo estabelecido. Quanto maior a integração social do grupo, maior a disposição para trabalhar[4].
Comportamento Social dos Empregados
Os trabalhadores não agem ou reagem isoladamente como indivíduos, mas como membros de grupos. Portanto, a administração não pode tratar os empregados um a um, mas sim como membros de grupos e sujeitos às influências sociais desses grupos. A Teoria das Relações Humanas contrapõe o comportamento social do empregado ao comportamento do tipo máquina, proposto pela Teoria Clássica.
Recompensas e Sanções Sociais
Os precursores da Administração Científica, baseados no conceito de homo economicus, pelo qual o homem é motivado e incentivado por estímulos salariais, elaboravam planos de incentivo salarial, para elevar a eficiência e baixar os custos operacionais. Para a Teoria das Relações Humanas, a motivação econômica é secundária na determinação do rendimento do trabalhador. Para ela, as pessoas são motivadas pela necessidade de reconhecimento, de aprovação social e participação nas atividades dos grupos sociais nos quais convivem. Daí o conceito de homem social.[5]
Grupos Informais
Enquanto os clássicos se preocupavam com aspectos formais da organização como autoridade, responsabilidade, especialização, estudos de tempos e movimentos, princípios gerais de Administração, departamentalização etc., os autores humanistas se concentravam nos aspectos informais da organização como grupos informais, comportamento social dos empregados, crenças, atitude e expectativa, motivação etc. A empresa passou a ser visualizada como uma organização social composta de grupos sociais informais. Esses definem suas regras de comportamento, formas de recompensas ou sanções sociais, objetivos, escala de valores sociais, crenças e expectativas que cada participante vai assimilando e integrando em suas atitudes e comportamento.
Relações Humanas
As relações humanas são as ações e atitudes desenvolvidas a partir dos contatos entre pessoas e grupos. Cada pessoa possui uma personalidade própria e diferenciada que influi no comportamento e atitudes das outras com quem mantém contato. A compreensão das relações humanas permite ao administrador melhores resultados de seus subordinados e a criação de uma atmosfera na qual cada pessoa é encorajada a exprimir-se de forma livre e sadia.
Importância do Conteúdo do Cargo
A especialização não é a maneira mais eficiente de divisão de trabalho.Trabalhos simples e repetitivos tornam-se monótonos e maçantes afetando negativamente a atitude do trabalhador e reduzindo a sua satisfação e eficiência.
Ênfase nos Aspectos Emocionais
Os elementos emocionais não planejados e irracionais do comportamento humano merecem atenção especial da Teoria das Relações Humanas. Daí a denominação de sociólogos da organização aos autores humanistas.
Críticas ao Experimento
Recentemente a Experiência de Hawthorne tem sido revista e criticada no seu aspecto metodológico. Em 1998 um artigo[6]do New York Times apontou que somente cinco funcionárias participaram da experiência e duas foram substituídas. Além disto, dois economistas da Universidade de Chicago, Steven Levitt e John List, refizeram uma análise usando econometria [7] e não encontraram ligação entre a produtividade e a luminosidade
Agora você podem acessar o link abaixo fala sobre as MELHORES EMPRESAS PARA SE TRABALHAR publicado pela Editora Abril Revista Exame e Você SA.
Marketing Pessoal ou Guia de Boas Maneiras
Olá Pessoal,
Página 62 a 68 da Apostila de Secretariado Executivo. O que é Marketing Pessoal? Para algumas de vocês essa palavra é desconhecida, mas é determinante no sucesso de vocês em qualquer emprego.
Guia de Boas Maneiras, Comportamento no trabalho e em determinados locais, escrever melhor etc, são componentes do Marketing Pessoal de todo profissional.
Segundo definição do Wikipédia
"O Marketing Pessoal valoriza o ser humano em todos os seus atributos e características. Inclusive em sua complexa estrutura física, intelectual e espiritual. Visa possibilitar a utilização plena das capacidades e potencialidades humanas na área profissional e na da vida pessoal.
Um dos fatores que facilitam esse processo é que os talentos e dons que uma pessoa possua podem ser comparados a produtos e serviços sobre os quais se pode aplicar todas as técnicas e processos de Marketing."
Para mais informações acesse o link abaixo:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Marketing_pessoal
Existe também um video no Youtube do Max Gehringer que fala sobre o Marketing Pessoal, se possível vejam. Link abaixo:
http://www.youtube.com/watch?v=uM8xEcX4Fv4
Abraço
Del Leon
Página 62 a 68 da Apostila de Secretariado Executivo. O que é Marketing Pessoal? Para algumas de vocês essa palavra é desconhecida, mas é determinante no sucesso de vocês em qualquer emprego.
Guia de Boas Maneiras, Comportamento no trabalho e em determinados locais, escrever melhor etc, são componentes do Marketing Pessoal de todo profissional.
Segundo definição do Wikipédia
"O Marketing Pessoal valoriza o ser humano em todos os seus atributos e características. Inclusive em sua complexa estrutura física, intelectual e espiritual. Visa possibilitar a utilização plena das capacidades e potencialidades humanas na área profissional e na da vida pessoal.
Um dos fatores que facilitam esse processo é que os talentos e dons que uma pessoa possua podem ser comparados a produtos e serviços sobre os quais se pode aplicar todas as técnicas e processos de Marketing."
Para mais informações acesse o link abaixo:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Marketing_pessoal
Existe também um video no Youtube do Max Gehringer que fala sobre o Marketing Pessoal, se possível vejam. Link abaixo:
http://www.youtube.com/watch?v=uM8xEcX4Fv4
Abraço
Del Leon
Currículo e Entrevista de Empregro
Olá Galera,
Bom ratificando a aula aplicada. Segue abaixo algumas informações complementares sobre currículo e entrevista de emprego. Lembre dos perfis de currículos (operacionais e Administrativo).
Encontrei bastantes conteúdos disponíveis no site da revista Você S.A., link abaixo:
http://vocesa.abril.com.br/desenvolva-sua-carreira/materia/curriculo-entrevista-573005.shtml
Pesquisem! Lá tem bastante dicas sobre Currículo e Entrevista de emprego.
Att
Del Leon
Bom ratificando a aula aplicada. Segue abaixo algumas informações complementares sobre currículo e entrevista de emprego. Lembre dos perfis de currículos (operacionais e Administrativo).
Encontrei bastantes conteúdos disponíveis no site da revista Você S.A., link abaixo:
http://vocesa.abril.com.br/desenvolva-sua-carreira/materia/curriculo-entrevista-573005.shtml
Pesquisem! Lá tem bastante dicas sobre Currículo e Entrevista de emprego.
Att
Del Leon
sábado, 16 de outubro de 2010
Oportunidade de Emprego José Rodrigues - Angra dos Reis
Olá pessoal,
Gostaria de divulgar aos interessados, que o pessoal da Escola Técnica José Rodrigues, está ofertando uma vaga de secretaria. Os currículos serão aceitos até terça-feira, 19 de outubro, e devem ser entregues na recepção da Escola aos cuidados de Mery.
Para mais informações contatar a escola (tel.: 3377-2666).
Att.
Del Leon Silva
Gostaria de divulgar aos interessados, que o pessoal da Escola Técnica José Rodrigues, está ofertando uma vaga de secretaria. Os currículos serão aceitos até terça-feira, 19 de outubro, e devem ser entregues na recepção da Escola aos cuidados de Mery.
Para mais informações contatar a escola (tel.: 3377-2666).
Att.
Del Leon Silva
quinta-feira, 14 de outubro de 2010
Jô Soares - Da difícil arte de redigir um telegrama. “O GLOBO” 26-10-1994
Olá Galera,
Leiam esse texto escrito por Jô Soares, para complementar a aula sobre documentos comerciais (carta comercial). Muito interessante.

Há uma história famosa a respeito de uns parentes que tinham que comunicar, por telegrama, a uma senhora que estava viajando, o falecimento de uma irmã. Reuniram-se em volta de uma mesa e “toca” a escrever.
Primeiro, foi o primo quem redigiu a nota. Depois de alguns minutos, mostrou o resultado de seu trabalho: “INTERROMPA VIAGEM E VOLTE CORRENDO. TUA IRMÃ MORREU”. Todos leram e um dos tios fez o seguinte comentário:
_ Eu acho que não está bom. Afinal de contas, vocês sabem que ela é cardíaca, está viajando e um telegrama assim pode ser um choque.
Todos concordaram, inclusive um outro primo afastado que era meio sovina e achou o telegrama muito longo:
_ Depois, com o preço que se paga por palavra, isso não é mais um telegrama, é um telegrana.
Ninguém riu do infante trocadilho, mesmo porque velório não é lugar para gargalhadas. Foi a vez de o cunhado tentar redigir uma forma mais amena, que não assustasse a senhora em passeio. Sentou-se e escreveu: “INTERROMPA VIAGEM E VOLTE CORRENDO. SUA IRMÃ PASSANDO MUITO MAL”. Novamente o telegrama não foi aprovado. Um irmão psicólogo observou:
_ Não sejamos infantis. Se ela está viajando pela Europa e recebe esta notícia, não vai acreditar na história “passando muito mal”. Sobretudo com “volte correndo” no meio.
_ Também concordo – falou o primo afastado sempre pensando no outro. Então, o genro aproximou-se:
_ Acho que tenho a forma ideal. Pegou o bloco e rabiscou rapidamente: “INTERROMPA VIAGEM E VOLTE DEVAGAR. TUA IRMÃ PASSANDO MAIS OU MENOS”. Todos examinaram atentamente o telegrama. A filha reclamou:
_ Vocês acham que mamãe é boba? Se a gente escrever que a titia está passando mais ou menos e que ela pode voltar devagar, ela já vai adivinhar que todas estas precauções são pelo fato de ela ser cardíaca e que, na realidade, a irmã dela morreu!
_ Concordo plenamente _ disse o facultativo da família que era também sobrinho da senhora em questão. Resolveu, como médico, escrever o telegrama: “PACIENTE FORA DE PERIGO. VOLTE ASSIM QUE PUDER. PACIENTE TUA IRMÔ.
De todas a fórmulas até então apresentadas, esta foi a que causou mais revolta.
_ Que “troço” mais infantil – gritou o netinho que passava pela sala no momento em que a mensagem era lida. Puseram o menino para fora da sala, mas, no íntimo, a família concordava com ele.
_ Não, isso não. Se a gente manda dizer que ela está fora de perigo, para que vamos pedir que ela interrompa a viagem? – argumentou o tio.
_ Também acho – responderam todos num coro de aprovação. O filho mais velho resolveu tentar. Pensou bem, ponderou, sentou-se, molhou a ponta dos lábios com a língua e caprichou. “SE POSSÍVEL, VOLTE. TUA IRMÃ SAUDOSA. PASSANDO QUASE MAL. POR FAVOR, ACREDITE. CUIDADO CORAÇÃO. VENHA LOGO. SAUDADES. SURPRESA”.
_ Realmente, esse bate todos os recordes! _ disse uma nora professora. Em primeiro lugar, não é “se possível”, ela tem que voltar mesmo. Em segundo lugar, “saudosa”, tem duplo sentido. Em terceiro lugar, ninguém passa “quase mal”. Ou passa bem ou passa mal. “Quase mal” e “quase bem” é a mesma coisa. “Por favor, acredite” é um insulto à família toda. Ninguém aqui é mentiroso. Depois “cuidado coração” não fica claro. Como telegrama não tem vírgula, ela pode pensar que a gente está dizendo “cuidado, coração”, já que a palavra coração também é usada como uma forma carinhosa de chamar os outros. Por exemplo: “Oi, coração, tudo bem?”. E, finalmente, a palavra “surpresa” no telegrama chega a ser requinte de crueldade. Qual é a surpresa que ela pode esperar?
_ Ela pode pensar que a titia está esperando neném _ falou um sobrinho.
_ Aos noventa anos de idade?
Abandonaram a idéia rapidamente. Seguiu-se longo período de silêncio em que a família andava de lá para cá, pensando numa solução. Pela primeira vez estavam dando-se conta de que não era fácil assim mandar um telegrama. Serviu-se o costumeiro cafezinho, enquanto cada qual do seu lado procurava uma maneira de escrever para a senhora em viagem, sem que isto tivesse conseqüência desastrosas. De repente, o irmão psicólogo explodiu num grito “eurekiano”:
_ Achei!
Escreveu febrilmente no papel. O telegrama passou de mão em mão e foi finalmente aprovado por todo mundo. Seu texto dizia:
“SIGA VIAGEM. DIVIRTA-SE. TUA IRMÃ ESTÁ ÓTIMA”.
Leiam esse texto escrito por Jô Soares, para complementar a aula sobre documentos comerciais (carta comercial). Muito interessante.
Há uma história famosa a respeito de uns parentes que tinham que comunicar, por telegrama, a uma senhora que estava viajando, o falecimento de uma irmã. Reuniram-se em volta de uma mesa e “toca” a escrever.
Primeiro, foi o primo quem redigiu a nota. Depois de alguns minutos, mostrou o resultado de seu trabalho: “INTERROMPA VIAGEM E VOLTE CORRENDO. TUA IRMÃ MORREU”. Todos leram e um dos tios fez o seguinte comentário:
_ Eu acho que não está bom. Afinal de contas, vocês sabem que ela é cardíaca, está viajando e um telegrama assim pode ser um choque.
Todos concordaram, inclusive um outro primo afastado que era meio sovina e achou o telegrama muito longo:
_ Depois, com o preço que se paga por palavra, isso não é mais um telegrama, é um telegrana.
Ninguém riu do infante trocadilho, mesmo porque velório não é lugar para gargalhadas. Foi a vez de o cunhado tentar redigir uma forma mais amena, que não assustasse a senhora em passeio. Sentou-se e escreveu: “INTERROMPA VIAGEM E VOLTE CORRENDO. SUA IRMÃ PASSANDO MUITO MAL”. Novamente o telegrama não foi aprovado. Um irmão psicólogo observou:
_ Não sejamos infantis. Se ela está viajando pela Europa e recebe esta notícia, não vai acreditar na história “passando muito mal”. Sobretudo com “volte correndo” no meio.
_ Também concordo – falou o primo afastado sempre pensando no outro. Então, o genro aproximou-se:
_ Acho que tenho a forma ideal. Pegou o bloco e rabiscou rapidamente: “INTERROMPA VIAGEM E VOLTE DEVAGAR. TUA IRMÃ PASSANDO MAIS OU MENOS”. Todos examinaram atentamente o telegrama. A filha reclamou:
_ Vocês acham que mamãe é boba? Se a gente escrever que a titia está passando mais ou menos e que ela pode voltar devagar, ela já vai adivinhar que todas estas precauções são pelo fato de ela ser cardíaca e que, na realidade, a irmã dela morreu!
_ Concordo plenamente _ disse o facultativo da família que era também sobrinho da senhora em questão. Resolveu, como médico, escrever o telegrama: “PACIENTE FORA DE PERIGO. VOLTE ASSIM QUE PUDER. PACIENTE TUA IRMÔ.
De todas a fórmulas até então apresentadas, esta foi a que causou mais revolta.
_ Que “troço” mais infantil – gritou o netinho que passava pela sala no momento em que a mensagem era lida. Puseram o menino para fora da sala, mas, no íntimo, a família concordava com ele.
_ Não, isso não. Se a gente manda dizer que ela está fora de perigo, para que vamos pedir que ela interrompa a viagem? – argumentou o tio.
_ Também acho – responderam todos num coro de aprovação. O filho mais velho resolveu tentar. Pensou bem, ponderou, sentou-se, molhou a ponta dos lábios com a língua e caprichou. “SE POSSÍVEL, VOLTE. TUA IRMÃ SAUDOSA. PASSANDO QUASE MAL. POR FAVOR, ACREDITE. CUIDADO CORAÇÃO. VENHA LOGO. SAUDADES. SURPRESA”.
_ Realmente, esse bate todos os recordes! _ disse uma nora professora. Em primeiro lugar, não é “se possível”, ela tem que voltar mesmo. Em segundo lugar, “saudosa”, tem duplo sentido. Em terceiro lugar, ninguém passa “quase mal”. Ou passa bem ou passa mal. “Quase mal” e “quase bem” é a mesma coisa. “Por favor, acredite” é um insulto à família toda. Ninguém aqui é mentiroso. Depois “cuidado coração” não fica claro. Como telegrama não tem vírgula, ela pode pensar que a gente está dizendo “cuidado, coração”, já que a palavra coração também é usada como uma forma carinhosa de chamar os outros. Por exemplo: “Oi, coração, tudo bem?”. E, finalmente, a palavra “surpresa” no telegrama chega a ser requinte de crueldade. Qual é a surpresa que ela pode esperar?
_ Ela pode pensar que a titia está esperando neném _ falou um sobrinho.
_ Aos noventa anos de idade?
Abandonaram a idéia rapidamente. Seguiu-se longo período de silêncio em que a família andava de lá para cá, pensando numa solução. Pela primeira vez estavam dando-se conta de que não era fácil assim mandar um telegrama. Serviu-se o costumeiro cafezinho, enquanto cada qual do seu lado procurava uma maneira de escrever para a senhora em viagem, sem que isto tivesse conseqüência desastrosas. De repente, o irmão psicólogo explodiu num grito “eurekiano”:
_ Achei!
Escreveu febrilmente no papel. O telegrama passou de mão em mão e foi finalmente aprovado por todo mundo. Seu texto dizia:
“SIGA VIAGEM. DIVIRTA-SE. TUA IRMÃ ESTÁ ÓTIMA”.
sexta-feira, 8 de outubro de 2010
Documentos Comerciais
Olá pessoal. Uma das funções rotineira de uma secretaria e a elaboração e conhecimento de determinados documentos comerciais, como por exemplo, as cartas comerciais. Lembrando que tudo que vocês irão ler nessa publicação refere-se a comunicação escrita.
Como redigir adequadamente uma CARTA COMERCIAL (Pág. 36)
CARTA COMERCIAL - É a correspondência tradicionalmente usadas pelas empresas privadas e públicas. A Carta Comercial se divide em Carta Comercial Tradicional e a Carta Comercial Moderna.
CARTA COMERCIAL TRADICIONAL (modelo na pág. 36) - Tem um tipo de formatação peculiar (diferente) e tem uma carga maior de informações.
CARTA COMERCIAL MODERNA (modelo pág. 38) - Tem uma formatação simples e as informações colacadas nelas baseam-se na inteligência do leitor.
CONVERSÃO DA CARTA COMERCIAL TRADICIONAL PARA MODERNA (pág. 37) - nessa página podemos perceber que os pontos enumerados, quando corrigidos ou retirados transformam a Carta Comercial Tradicional em Moderna.
Para redigir uma carta comercial é preciso conhece algumas abreviações comuns.
Assinado (A)
Ao ano a.a.
Aos cuidados A/C
Ao prazo A/p
Apartamento Aptº.
Avenida Av.
À vista a/v
Conta Corrente c/c
Companhia Cia.
Remetente Remte.
Sociedade Anônima S/A
Limitada Ltda.
Seu favor s/f
Sua ordem s/o
Sociedade soc.
Rua R.
Endereço End.
Mas, não acaba por ai, a secretaria deve conhecer também os pronomes de tratamento para se referir as pessoas de forma cortês.
Senhor (Sr.): para homens em geral, quando não existe intimidade
Senhora (Sr.ª): para mulheres casadas ou mais velhas (no Brasil) ou mulheres em geral (em Portugal).
Senhorita (Srt.ª): para moças solteiras, quando não existe intimidade (no Brasil).
Vossa Senhoria (V. S.ª): para autoridades em geral, como secretários da prefeitura ou diretores de empresas
Doutor (Dr.): para empregado a quem possui doutorado,é atribuído ao indivíduo que tenha recebido o último e mais alto grau acadêmico, o qual é conferido por uma universidade ou outro estabelecimento de ensino superior autorizado, após a conclusão de um curso de Doutorado ou Doutoramento. Também foi empregado no tratamento de advogados e médicos, independentemente do doutorado acadêmico, conforme a Lei de 11 de Agosto de 1827, revogada pela Lei 9.394 de 20 de Dezembro de 1996 (Lei de Diretrizes e Bases).
Arquitecto (Arq.º(ª)): para arquitetos (em Portugal).
Bibliotecário (Bib.º(ª)): para bibliotecários.
Engenheiro (Eng.º(ª)): para engenheiros (em Portugal).
Comendador (Com.º(ª)): para comendadores
Professor (Prof.º(ª)): para professores.
Desembargador (Des.dor): para desembargadores
Pastor (Pr.º): para pastores de igrejas protestantes.
Vossa Magnificência(V. M.): para Reitores de Universidades, instituições de ensino superior
Dicas para elaboração de uma redação (pág. 38)
Todo o texto tem como estrutura três partes fundamentais: INTRODUÇÃO, DESENVOLVIMENTO e CONCLUSÃO.
INTRODUÇÃO - Refere-se a apresentação do assunto.
DESENVOLMENTO - É a argumentação sobre o assunto abordado (pontos positivos e negativos, por exemplo).
CONCLUSÃO - É a sua opinião sobre o assunto abordado.
Gestão da Correspondência (pág. 41)
É muito importante segmentar (dividir) as correspondências em Comercial (empresa) e Particular (pessoal).
Modelo de Cartas (pág. 39)
Dos modelos citados na apostila, vamos focar no modelo de Pedido de Emprego, pois veremos isso mais adiante na página 46 a 55.
Conceito de Documentos Ofíciais e Modelos (Pág. 42 a 43)
Atestado/Declaração (modelo pág. 43) - É um documento firmado por uma pessoa em favor de outra, atestando a verdade a respeito de determinado fato.
Certificado - ratifica um conhecimento ou qualificação adquirido por uma pessoa física ou Jurídica. Exemplo Certificado de Conclusão de um determinado curso.
Comunicação/Comunicado - Comunicado, quando pública, assemelha-se ao EDITAL; quando interna, assemelha-se ao MEMORANDO. Curiosidade: Quando o comunicado é publicado pela impressa, deve ser escrito na terceira pessoa.
Circular - É um meio de correspondência pelo qual alguém se dirige, ao mesmo tempo, a várias repartições ou pessoas, isto é uma correspondência multidicional (vários destinatários). Se um MEMORANDO, um OFÍCIO ou uma CARTA COMERCIAL, forem dirigidos multidirecionalmente, serão chamados de MEMORANDO-CIRCULAR, OFÍCIO-CIRCULAR e CARTA-CIRCULAR.
Edital - É um instrumento de notificação pública (como pode ser visto em concursos públicos).
Memorando - Pode ser interno ou externo. O primeiro é uma correspondência interna e sucinta entre duas seções de um mesmo órgão. o Segundo pode ser oficial (assemelha-se ao Ofício/Aviso) ou Comercial (Assemelha-se a Carta Comercial). É vantajoso pela agilidade (fácil tramitação, sem burocrácia).
Ofício ou Aviso - É um tipo de correspondência cujas características são amplas e variáveis. Muitas vezes aproxima-se do COMUNICADO, do EDITAL ou do OFÍCIO.
Procuração - É o instrumento por meio do qual a pessoa física ou jurídica outorga poderes específicos a outra. Pode ser pública lavrada em Cartório ou Particular sem registro. Na procuração existe duas nomenclatura usadas:
1º - "OUTORGANTE" que é o detentor do poder;
2º - "OUTORGADO" que é o receptor do poder.
Recibo - Documento comercial muito usado, significa o documento em que se confessa ou se declara o recebimento de algo, geralmente dinheiro.
DICA
Para ter acesso aos modelos de documentos, acessem o "Google" no endereço abaixo:
www.google.com.br
depois no campo pesquisar digite da seguinte maneira:
"Modelos de Documentos Comerciais" e busque.
Aparecerá um link do site "www.portaladm.adm.br"
Acessem esse site e nele vocês encontrarão todos os modelos de documentos mencionados nessa publicação.
Um grande abraço a todas.
Del Leon Silva
delleonsilva@ig.com.br
Como redigir adequadamente uma CARTA COMERCIAL (Pág. 36)
CARTA COMERCIAL - É a correspondência tradicionalmente usadas pelas empresas privadas e públicas. A Carta Comercial se divide em Carta Comercial Tradicional e a Carta Comercial Moderna.
CARTA COMERCIAL TRADICIONAL (modelo na pág. 36) - Tem um tipo de formatação peculiar (diferente) e tem uma carga maior de informações.
CARTA COMERCIAL MODERNA (modelo pág. 38) - Tem uma formatação simples e as informações colacadas nelas baseam-se na inteligência do leitor.
CONVERSÃO DA CARTA COMERCIAL TRADICIONAL PARA MODERNA (pág. 37) - nessa página podemos perceber que os pontos enumerados, quando corrigidos ou retirados transformam a Carta Comercial Tradicional em Moderna.
Para redigir uma carta comercial é preciso conhece algumas abreviações comuns.
Assinado (A)
Ao ano a.a.
Aos cuidados A/C
Ao prazo A/p
Apartamento Aptº.
Avenida Av.
À vista a/v
Conta Corrente c/c
Companhia Cia.
Remetente Remte.
Sociedade Anônima S/A
Limitada Ltda.
Seu favor s/f
Sua ordem s/o
Sociedade soc.
Rua R.
Endereço End.
Mas, não acaba por ai, a secretaria deve conhecer também os pronomes de tratamento para se referir as pessoas de forma cortês.
Senhor (Sr.): para homens em geral, quando não existe intimidade
Senhora (Sr.ª): para mulheres casadas ou mais velhas (no Brasil) ou mulheres em geral (em Portugal).
Senhorita (Srt.ª): para moças solteiras, quando não existe intimidade (no Brasil).
Vossa Senhoria (V. S.ª): para autoridades em geral, como secretários da prefeitura ou diretores de empresas
Doutor (Dr.): para empregado a quem possui doutorado,é atribuído ao indivíduo que tenha recebido o último e mais alto grau acadêmico, o qual é conferido por uma universidade ou outro estabelecimento de ensino superior autorizado, após a conclusão de um curso de Doutorado ou Doutoramento. Também foi empregado no tratamento de advogados e médicos, independentemente do doutorado acadêmico, conforme a Lei de 11 de Agosto de 1827, revogada pela Lei 9.394 de 20 de Dezembro de 1996 (Lei de Diretrizes e Bases).
Arquitecto (Arq.º(ª)): para arquitetos (em Portugal).
Bibliotecário (Bib.º(ª)): para bibliotecários.
Engenheiro (Eng.º(ª)): para engenheiros (em Portugal).
Comendador (Com.º(ª)): para comendadores
Professor (Prof.º(ª)): para professores.
Desembargador (Des.dor): para desembargadores
Pastor (Pr.º): para pastores de igrejas protestantes.
Vossa Magnificência(V. M.): para Reitores de Universidades, instituições de ensino superior
Dicas para elaboração de uma redação (pág. 38)
Todo o texto tem como estrutura três partes fundamentais: INTRODUÇÃO, DESENVOLVIMENTO e CONCLUSÃO.
INTRODUÇÃO - Refere-se a apresentação do assunto.
DESENVOLMENTO - É a argumentação sobre o assunto abordado (pontos positivos e negativos, por exemplo).
CONCLUSÃO - É a sua opinião sobre o assunto abordado.
Gestão da Correspondência (pág. 41)
É muito importante segmentar (dividir) as correspondências em Comercial (empresa) e Particular (pessoal).
Modelo de Cartas (pág. 39)
Dos modelos citados na apostila, vamos focar no modelo de Pedido de Emprego, pois veremos isso mais adiante na página 46 a 55.
Conceito de Documentos Ofíciais e Modelos (Pág. 42 a 43)
Atestado/Declaração (modelo pág. 43) - É um documento firmado por uma pessoa em favor de outra, atestando a verdade a respeito de determinado fato.
Certificado - ratifica um conhecimento ou qualificação adquirido por uma pessoa física ou Jurídica. Exemplo Certificado de Conclusão de um determinado curso.
Comunicação/Comunicado - Comunicado, quando pública, assemelha-se ao EDITAL; quando interna, assemelha-se ao MEMORANDO. Curiosidade: Quando o comunicado é publicado pela impressa, deve ser escrito na terceira pessoa.
Circular - É um meio de correspondência pelo qual alguém se dirige, ao mesmo tempo, a várias repartições ou pessoas, isto é uma correspondência multidicional (vários destinatários). Se um MEMORANDO, um OFÍCIO ou uma CARTA COMERCIAL, forem dirigidos multidirecionalmente, serão chamados de MEMORANDO-CIRCULAR, OFÍCIO-CIRCULAR e CARTA-CIRCULAR.
Edital - É um instrumento de notificação pública (como pode ser visto em concursos públicos).
Memorando - Pode ser interno ou externo. O primeiro é uma correspondência interna e sucinta entre duas seções de um mesmo órgão. o Segundo pode ser oficial (assemelha-se ao Ofício/Aviso) ou Comercial (Assemelha-se a Carta Comercial). É vantajoso pela agilidade (fácil tramitação, sem burocrácia).
Ofício ou Aviso - É um tipo de correspondência cujas características são amplas e variáveis. Muitas vezes aproxima-se do COMUNICADO, do EDITAL ou do OFÍCIO.
Procuração - É o instrumento por meio do qual a pessoa física ou jurídica outorga poderes específicos a outra. Pode ser pública lavrada em Cartório ou Particular sem registro. Na procuração existe duas nomenclatura usadas:
1º - "OUTORGANTE" que é o detentor do poder;
2º - "OUTORGADO" que é o receptor do poder.
Recibo - Documento comercial muito usado, significa o documento em que se confessa ou se declara o recebimento de algo, geralmente dinheiro.
DICA
Para ter acesso aos modelos de documentos, acessem o "Google" no endereço abaixo:
www.google.com.br
depois no campo pesquisar digite da seguinte maneira:
"Modelos de Documentos Comerciais" e busque.
Aparecerá um link do site "www.portaladm.adm.br"
Acessem esse site e nele vocês encontrarão todos os modelos de documentos mencionados nessa publicação.
Um grande abraço a todas.
Del Leon Silva
delleonsilva@ig.com.br
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